sexta-feira, 11 de julho de 2014
Leitura Aberta de "O MONÓLOGO DO BANQUEIRO" de Dia 12, CANCELADA. Em SETEMBRO, NOVIDADE...
Contudo, a peça "O MONÓLOGO DO BANQUEIRO" terá ainda em Julho um 1º ensaio e mantêm-se prevista a estreia, na mesma, para finais de Novembro, meados de Dezembro, exactamente com o mesmo actor: João Maria Pinto.
Mais próximo do evento (múltiplo) melhor explicaremos a iniciativa que substitui a deste dia 12. Mas basicamente é o seguinte: Iremos realizar, em fases diferentes, ensaios abertos da peça em Setembro e Outubro, quiçá Novembro. Assim poderão ser acompanhadas diferentes fases dos ensaios, sem que chegue a ficar revelado o resultado final... Simultaneamente, esses mesmos ensaios, constituir-se-ão numa espécie de seminário de iniciação à leitura dos códigos teatrais e processos de produção e criação.
Antes disso, fica pré-anunciado o próximo evento, ainda em Julho:
MESA DE ARTES AO PORTO
Dia 24 de Julho, no Infante, com um Porto d'Honra às 18h30 no Mercado do Infante e jantar (por inscrição paga) às 20h30 no Restaurante Pimms.
MAIS INFORMAÇÃO MUITO EM BREVE.
quinta-feira, 10 de julho de 2014
ADIAMENTO DO EVENTO DE DIA 12
terça-feira, 8 de julho de 2014
“O MONÓLOGO DO BANQUEIRO”: 1º ENSAIO DIA 12 NA BARRACA ÀS 15H00. ENTRADA ABERTA A PÚBLICO
“ELES ANDAM AÍ” E DOGMA\12 A TOPÁ-LOS DAQUI…
Sob a forma de um monólogo de “surrealismo social”, o actor João Maria Pinto interpretará a 7ª produção e “Opus nº 3” de DOGMA\12, sob a forma de um monólogo. Apesar de aparecerem outras duas personagens em cena, já no final, quando certos indivíduos falam é sempre um monólogo. É o caso do Banqueiro que João Maria Pinto interpretará, que se distrai, mas detesta distracções e, quando não, porque despediu uma funcionária que estava grávida e teve de a readmitir, pelo que resolveu mudar a agência bancária em agência funerária… O que é realmente lógico em função da actuação da Banca para os seus clientes…
Será a oportunidade de ouvir desta ‘Palestríade Teatrale’ a importante reflexão que a cavalgadura faz no Tômo Terceiro da sua conferência, no capítulo “Da Arte de Cavalgar toda a Cultura”, afirmando poético-pragmaticamente que Ser banqueiro é ser mais alto, ser artista é ser mais baixo. As Artes Plásticas, por exemplo, exigem plasticidade bastante para a abstracção substituir qualquer outra instalação de pensamento, que não seja o de não pensar demais, porque cansa, distrai do essencial e, em casos extremos, pode provocar motins. Instalar caixas de sapatos vazias, sim: é uma justa homenagem aos nossos industriais de Oliveira de Azeméis, São João da Madeira, Felgueiras ou ‘what every’…
Com texto e encenação de Castro Guedes, este ‘mais um’ provocatório exercício de ‘inquietação de consciências’, a subir a cena só para finais de Novembro ou mesmo em Dezembro apenas, levanta a ponta do véu com a possibilidade dos interessados assistirem, com entrada gratuita, ao primeiro ensaio.
sábado, 5 de julho de 2014
DOGMA\12 NO GERÊS DESTA VEZ!
terça-feira, 1 de julho de 2014
UNINDO AS MARGENS DO TEATRO
O PÚBLICO NO PROCESSO DE CRIAÇÃO
LEITURA ABERTA – “O MONÓLOGO DO BANQUEIRO”
DIA 12 DE JULHO ÀS 15H00 NO TEATRO DA BARRACA*
Não aconselhável a menores de 14 anos, nem a pessoas susceptíveis de identificação plena com os sistemas financeiros especulativos não produtivos que passaram a constituir uma casse um género de economia virtual meta-capitalista e com raízes fascizantes…
Dando o pontapé de saída para mais uma nova criação, DOGMA\12 decidiu, a título experimental, abrir portas para quem queira assistir à primeira leitura viva, de viva voz, da obra que, começando como um texto só se faz teatro quando as frases se animam em cena.
O evento insere-se numa intenção de estreitar laços com o público e, na sua forma “singular” de estar, DOGMA\12 poder contribuir para que cada espectador mais se aproxime do próprio processo de criação artística e produção teatral, compreendendo-o melhor como um resultado final de e com trabalho incorporado, e trabalho árduo; e, também, melhor mais habilitado para descodificar a gramática teatral, se tornar de pensamento mais crítico, mais exigente quanto à execução formal, mais criterioso nas escolhas artísticas. Procurando juntar as duas margens do rio chamado teatro (da emissão à recepção), assim se inaugura um conjunto de iniciativas que se deseja prosseguir.
Com texto e encenação de Castro Guedes e interpretação de João Maria Pinto, “O MONÓLOGO DO BANQUEIRO” inicia um ciclo de peças de ‘formato cénico leve’ e curta duração (até 60 minutos como limite), denominado “Palestríadas Teatrales”! Inseridas na procura de um teatro que inquiete e obrigue a uma reflexão emancipada, estas “Palestríades Teatrales” pertencem a um género jocoso, mas intransigente e cruel como um “surrealismo do social real”.

