sexta-feira, 5 de julho de 2013

MAIS UMA PRODUÇÃO DE DOGMA 12 OUTRA VEZ NO PORTO.


MAIS UMA PRODUÇÃO DE DOGMA 12 OUTRA VEZ NO PORTO


“CHAPÉUS HÁ MUITOS, MAS ESSE NÃO É DO INFANTE!”
CASA DO INFANTE ÀS 18H00 – 31 de JULHO

Uma comédia didáctica breve durante a aula
“A FIGURA DO INFANTE”




Direcção Científica do Professor Doutor José Manuel Tedim
Direcção-Geral do Professor Nuno Vidal  (programador cultural).
ORGANIZAÇÃO PORTO CULTURA (CMP)















 “OFERTA PÚBLICA DE DOAÇÕES”
Explicação Abreviada
Para criar e apresentar a peça “HOTEL BILDERBERG”, promovemos uma espécie de leilão, a partir de obras de artistas, que as ofereceram a DOGMA 12 para este as entregar a quem fizer uma doação maior por cada uma delas.
As obras estarão em on-line neste Blog entre 17 e 25 de Julho.
 Para cada uma há um valor de referência (correspondente sensivelmente ao possível preço e mercado) e a proposta de doação, uma espécie de licitação, deve ser feita para o e-mail opd.dogma12@gmail.com
A proposta de doação mínima é de 50% do tal valor de referência e a partir da maior proposta, vai a uma sessão presencial no dia 26, no Liceu Camões, em Lisboa. Até lá as ofertas são só por via de e-mail. Nesta primeira fase, em on-line, se for feita uma oferta de reserva imediata (igual a 75% do valor de referência da obra), esta fica logo cativada para o primeiro que tenha oferecido uma doação desse valor.

PARCEIROS DE DIVULGAÇÃO:






















UM CONVITE À REFLEXÃO

“INDÚSTRIAS CULTURAIS”?... UM NON-SENSE SEMÂNTICO, MAS NÃO SÓ…
De súbito, tornou-se “moda” falar de “indústrias culturais”, sem reflectir no contra-senso de que o próprio conceito, em forma e conteúdo, está impregnado. Trata-se, de facto, de um disparate rematado, que os incautos podem ter por bom, carecendo de desmontagem para não gerar equívocos. Já bastam os que bastam!
Tirando o caso do cinema, que é uma indústria sem ter que deixar de ser arte, não há indústrias culturais. Os bens culturais (perenes ou efémeros) são únicos e irrepetíveis. O cinema pode processar-se em produção massivamente por via de cópias que podem ser exibidas em simultâneo por todo Mundo enquanto produto ele mesmo e não “imitação” ou registo da obra de arte em si. Isso confere-lhe, até certo ponto, a razoabilidade da aceitação do termo, embora seja preciso fazer uma distinção entre a “criação” e a “distribuição”, o que melhor se clarifica no último parágrafo deste artigo. Mas penso ser mesmo caso único porque no mais não há espaço a confusões. Nas artes plásticas, por exemplo, as réplicas que se vendem (ou vendiam) no Porto, na Rua Sampaio Bruno, da “Última Ceia” pertencem a um processo industrial (este de má qualidade, por acaso), mas o objecto de arte de Da Vinci está única e exclusivamente no Convento de Santa Maria delle Grazie; não pode pertencer a qualquer indústria, mesmo na industrial cidade de Milão.
Mesmo no caso da indústria livreira, tal como na discográfica, trata-se de indústrias que usam (sem discutir o mérito democratizante, sem perda do carácter de negócio que são) como matéria-prima a literatura e a música enquanto artes. Mas não são arte; a parte industrial é a da reprodução e circulação das cópias registadas, não o produto original, enquanto criação: a música (na pauta ou nos acordes da orquestra) e a literatura em si (o texto “inventado”, mesmo na “série repetitiva temática” de um autor como Paulo Coelho) não são uma indústria porque acto singular de criação. Quanto à televisão, então, nem pensar! Ela não é, nunca foi e estou convicto de que nunca poderá ser, por si e em si uma arte ou sequer um bem cultural: é um canal que pode (e devia) escoar cultura, aliás no cumprimento de um serviço público, mas, no caso português (e não só), a não ser por distracção certamente, tem estado mais dedicada a escoar apenas subprodutos e diversas toxinas da ficção nacional e internacional, algumas das quais são tão devastadoras no plano da inteligência dos tele-espectadores, quanto criminosas na responsabilidade dos seus “inventores” ou servidores de topo na cadeia da concretização desta ou da dita informação noticiosa.
Todavia, é algo difusa a compreensão plena do facto na questão do livro e do disco. Ao abordá-la entramos num capítulo mais complexo em que falar de indústrias da cultura pode fazer sentido, mas, mesmo assim, não é indústria cultural. É uma indústria que parte de um bem cultural, mas não é aplicável a adjectivação ao substantivo. Isto não é apenas semântica e mesmo que o fosse era decisivo na diferença, que é o que para a semântica serve: não se trata de todo de indústrias culturais, mas, como se disse, de indústrias da cultura. É que a primeira designação diz-se de uma coisa e na segunda outra se diz, que me abstenho de “explicar” mais porque os que sabem ou querem saber já o sabem ou facilmente compreenderão e não precisam que o repita; e os que não compreendem ou não querem compreender, e julgam uma mera nuance despicienda, nunca o irão saber.
Entretanto, ao deslocarmo-nos para as artes performativas (efémeras) ou o património edificado (perene), então nem em indústrias da cultura podemos com rigor falar, mesmo se um monumento serve para recolha massiva de bilhetes de entrada e se integra nos roteiros do turismo cultural (termo aceitável, já se verá porquê), tal como uma peça de teatro “franchizada” a partir da Broadway ou do West-End. Trata-se, outrossim, de objectos comerciais, o que não implica sempre e obrigatoriamente uma desclassificação artística, entenda-se, mas não são, pela sua própria condição arquetípica, coisas industriais. Na sua natureza, que não na substância necessariamente, mas enquanto processo, trata-se mais de artesanato: coisa díspar e inconfundível, como o são um boneco feito à mão pela Rosa Ramalho ou as bonecas Barbie feitas em série num molde.           
Esta diferença ignorada ou esquecida com que muitos “engolem” a coisa, não é, todavia, na matriz, uma ingenuidade ou coisa inócua. Serve objectivamente às mil maravilhas um propósito de quem mete no mesmo saco – com fins que ressaltam óbvios, mas que vão muito bem embrulhados para esconder as finalidades últimas, coladinhas aos fenómenos económicos de cariz ultra-especulativo e tóxico como o da banca em “overgambling” – a cultura com a sua distribuição e formas de indústrias criativas, que é outra coisa, onde, por exemplo, se incluem a publicidade, o design, a moda, a joalharia… E cuja importância ou intercessões não são desprezáveis, mas é real e definitivamente uma outra coisa e outro sector. Tal como o são o turismo e a cultura, mesmo havendo turismo cultural, se e quando o destinatário comercial opta pelo consumo de bens e serviços culturais: aí sim, é apropriado o termo porque é o turismo que como tal se classifica e não a cultura que é uma face da indústria, como o sugere o termo “indústrias culturais”. De resto, ao nível de indústrias criativas, como as já citadas, nada impede que nelas seja incorporada mesmo uma criatividade genuinamente artística no conceito, mas não no processo de produção.
Pode parecer excesso de rigor o cuidado em demarcar territórios, mas é fundamental. É que nem toda a criatividade é cultura, nem toda a cultura criativa. A Vénus de Milo é um bem cultural e não carece de incorporar nova criatividade para o ser. Mas exigiu-a para o ser, obviamente. Todavia uma criatividade certamente muito diferente dos que fizeram espectáculo de entretenimento o Circo Romano, por mais aguçada que a perversidade da imaginação e do prazer obtido pelo receptor tenham, inegavelmente, existido. Mesmo que no interior de um objecto de arte, que como tal permanece (o Coliseu) acho que é fácil distinguir o fim e resultados das coisas.
 Aliás, ao termo “cultura” não existem só os que reagem “rapando da pistola” de forma radical; há sempre também quem esteja disposto a usar cortinas de fumo sobre o assunto na duplicidade do uso do termo: no campo da antropologia e no da arte – complementares, dialécticos, mas carentes de focagens diferentes ao abordar certas questões, que importa, no interesse mútuo de cada um dos planos da observação e uso do termo, ressalvar. É que naquilo do que estou a falar, em termos de objectos, bens produzidos ou serviços desfrutáveis, há diferença entre cultura artística e tradição cultural: a primeira “reinventa” (ainda que na releitura de um monumento existe um móbil de sentimento e/ou pensamento transformador do tempo que antecedeu o contacto com ele) e na segunda permanece a repetição do adquirido, sem necessidade ao recurso da “redescoberta” do eu. Quando não, do mesmo modo que as touradas são elegíveis como cultura (no sentido de par da escultura, da música, do cinema, do teatro e assim), porque não, em certas regiões de África, não pôr sob a mesma tutela a expressão cultural, muito mais antiga e abrangente até, da excisão do clítoris?
Do mesmo modo se gera com facilidade a confusão entre o que é (legitimamente e a montante do valor técnico e formal que possa possuir) cultura, no sentido já atrás empregue fora da visão antropológica, e entretenimento, na área confluente entre actividades, de forma idêntica, mas cuja fronteira é simples: a primeira acrescenta alguma coisa no que o Homem se distingue das demais criaturas do planeta, pela emoção, sentimento ou razão; a segunda nada acrescenta para lá do prazer imediato que suscita o seu exercício ou recepção.
Assim, quando muito, nesta distinção entre as tais indústrias criativas e esse jargão de “indústrias culturais”, o que pode acontecer é constituir-se “industrial” alguma forma de expressão “artística”, nesse sentido de entretenimento puro, como “cultura industrial”, no sentido que serve de produto para consumo massivo sem olhar à génese do seu contributo para a inevitável transformação que um acto cultural provoca no Homem, mesmo quando pela negativa, é realizado junto dos que, não detendo os códigos para a sua compreensão, o rejeitam ou torcem na leitura (facto a que as artes performativas, porque efémeras, devem prestar maior atenção). Mas o porquê da nossa “preocupação” é simples, porque uma e outra se distinguem qualitativamente: a indústria busca o consumo, a cultura o usufruto; o destinatário da indústria (inclusive a da distribuição cinematográfica) é um cliente, o da cultura (inclusive na parte respeitante à criação artística no cinema) é um fruidor. E isto, que pode à espuma das palavras ditas parecer irrelevante, é, substantivamente ao nível da linguagem, tudo. Pelo menos tudo o que importa distinguir neste campo, cujo étimo mais profundo de negócio (negotium de neg-, otium = negação, contraposição ao ócio)) remonta precisamente à negação do ócio, que é o que, a par do aumento de conhecimento(s), justifica a necessidade humana das artes e da literatura.
Castro Guedes, Encenador
 “As Artes Entre As Letras”, 30.Junho.2011


sexta-feira, 28 de junho de 2013

QUER AJUDAR DOGMA 12?


QUER AJUDAR DOGMA 12 A DIVULGAR A
“OFERTA PÚBLICA DE DOACÇÕES”
 PARA FAZERMOS O “HOTEL BILDERBERG?

Copie e envie aos seus amigos e conhecidos o texto abaixo. Mas pedindo sempre para não o fazerem em FW, porque muita gente os não lê… Ponha nas redes sociais, mande sms, diga pessoalmente, ao telefone ou como melhor entenda!


O QUE É A “OFERTA PÚBLICA DE DOAÇÕES?
Trata-se de uma espécie de “leilão” em que, em on-line, se fazem propostas de doações a Dogma 12 para fazer a peça “Hotel Bilderberg”, tendo como contrapartida a oferta de obras de arte de mais de 30 artistas plásticos, incluindo nomes de referência como Júlio Pomar, Armando Alves, Armanda Passos, Siza Vieira, José Rodrigues, Justino Alves, João Baeta, José João Brito… E parceiros de divulgação da iniciativa como a SPA, o Museu do Teatro, o Voluntariado da Leitura, o Centro de Investigação para as Tecnologias Interactivas da Universidade Nova de Lisboa e vários outros.
Para ver as obras on-line e saber a mecânica de todo este processo, os interessados deve aceder ao blog de Dogma 12 (http://estudiodogma12.blogspot.pt/) e abrir a janela “OPD” na folha de rosto.
As ofertas são feitas unicamente através do e-mail opd.dogma12@gmail.com numa primeira fase. No dia de fecho da iniciativa conclui-se ao vivo, com as obras sobrantes (porque há em on-line um valor que garante a reserva imediata), em Lisboa as propostas de doação por cada obra oferecida, no Liceu Camões, onde, entretanto, também as obras estão expostas fisicamente para os potenciais interessados as verem ao vivo.
Abertura prevista para 17 de Julho.
Em caso de dúvida coloque as suas questões através do e-mail mencionado, destinado em exclusivo a esta iniciativa.








4ª PRODUÇÃO DE DOGMA 12 ESTREIA NO PORTO, DIA 31 DE JULHO, NA CASA DO INFANTE, INTEGRANDO UMA INICIATIVA DE UM CURSO SOBRE A HISTÓRIA DO PORTO. ENTRE UM REGISTO BIOGRÁFICO E O ALIGEIRAMENTO CÓMICO E ANACRÓNICO DA SITUAÇÃO, A OBRA SERÁ DE CURTA DURAÇÃO. NA PRÓXIMA SEMANA TODOS OS DETALHES AQU MESMO NO NOSSO BLOG.


SEGUNDA, DIA 01, A INICIAR-SE ÀS 12H30, COMEÇAM AS AUDIÇÕES, NO MUSEU NACIONAL DO TEATRO, PARA A FORMAÇÃO DO ELENCO DE “LABRINTOS À VISTA No Museu do Teatro!”.

As Audições dos candidatos podem ser assistidas gratuitamente, devendo estar presente com um mínimo de 15’ de antecedência; e não é permitida a entrada ou saída durante cada uma das provas, de duração média prevista para um máximo de 30 minutos.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

FESTIVAL INTERNACIONAL DE ALMADA

ABRE DIA 4 DE JULHO

HOMENAGEM AO SEU FUNDADOR:

Joaquim Benite:
Encenador, pedagogo, combatente.

Jean-Guy Lecat

PROGRAMAÇÃO 2013

MALDITO SEJA O TRAIDOR DA SUA PÁTRIA! 04 Jul 2013 | 22:00
Escola D. António da Costa - Almada
Palco Grande

CORTAR A META 05 Jul 2013 | 21:30 Fórum Romeu Correia - Almada
Auditório Fernando Lopes-Graça

i.b.s.e.n. 05 Jul 2013 | 21:30 Teatro Da Trindade - Lisboa
Sala Principal


MULHER, CONHECE O TEU CORPO 06 Jul 2013 | 17:00 Fórum Romeu Correia - Almada
Auditório Fernando Lopes-Graça


VICTOR, OU AS CRIANÇAS AO PODER 06 Jul 2013 | 19:00 Teatro Municipal Joaquim Benite - Almada
Sala Principal


SALA VIP 06 Jul 2013 | 21:30 Culturgest - Lisboa
Palco do Grande Auditório


O SR. IBRAHIM E AS FLORES DO CORÃO 06 Jul 2013 | 22:00 Escola D. António da Costa - Almada
Palco Grande


MULHERES DE IBSEN
ENGAIOLAR UMA ÁGUIA
07 Jul 2013 | 21:30 Fórum Romeu Correia - Almada
Auditório Fernando Lopes-Graça

O PAPALAGUI 08 Jul 2013 | 19:00 Teatro Municipal Joaquim Benite - Almada
Sala Experimental

PAÍS NATAL 08 Jul 2013 | 22:00 Escola D. António da Costa - Almada
Palco Grande

O SORRISO ETERNO 09 Jul 2013 | 18:00 Fórum Romeu Correia - Almada
Auditório Fernando Lopes-Graça

NOITES BRANCAS 09 Jul 2013 | 19:00 Maria Matos Teatro Municipal - Lisboa


O PRÉMIO MARTIN 10 Jul 2013 | 21:00 Teatro Nacional D. Maria II - Lisboa
Sala Garrett

CADA SOPRO 10 Jul 2013 | 21:30 Teatro da Politécnica - Lisboa

A ÚLTIMA GRAVAÇÃO DE KRAPP 10 Jul 2013 | 22:00 Escola D. António da Costa - Almada
Palco Grande


A MENINA JÚLIA 11 Jul 2013 | 18:00 Fórum Romeu Correia - Almada
Auditório Fernando Lopes-Graça


O PRINCIPEZINHO 13 Jul 2013 | 22:00 Escola D. António da Costa - Almada
Palco Grande


HISTÓRIA DE UM CORAÇÃO PARTIDO 14 Jul 2013 | 19:00 Fórum Romeu Correia - Almada
Auditório Fernando Lopes-Graça


CANDIDE 14 Jul 2013 | 22:00 Escola D. António da Costa - Almada
Palco Grande


A LINHA AMARELA 15 Jul 2013 | 22:00 Escola D. António da Costa - Almada
Palco Grande

O PELICANO 16 Jul 2013 | 17:00 Teatro Municipal Joaquim Benite - Almada
Sala Principal

MACADAMIA NUT BRITTLE 16 Jul 2013 | 19:00 Fórum Romeu Correia - Almada
Auditório Fernando Lopes-Graça


HEROÍNA 16 Jul 2013 | 21:30 Culturgest - Lisboa
Grande Auditório


E SE NOS METÊSSEMOS AO BARULHO?!
A ARTE DE FAZER DA VERDADE UMA ARMA MANEJÁVEL
16 Jul 2013 | 22:00 Pátio Prior do Crato - Almada



A LAUGH TO CRY 17 Jul 2013 | 21:00 São Luiz Teatro Municipal - Lisboa
Sala Principal

O VENTO NUM VIOLINO 17 Jul 2013 | 22:00 Escola D. António da Costa - Almada
Palco Grande

SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO 18 Jul 2013 | 22:00 Escola D. António da Costa - Almada
Palco Grande

sexta-feira, 21 de junho de 2013

ALTERAÇÕES


ALTERAÇÕES
“OFERTA PÚBLICA DE DOAÇÕES”
E MAIS OBRAS!

A exposição física das obras de arte que queiram adquirir por via de uma doação a dogma 12 (ver a janela a arte pela arte no cabeçalho deste blog) vai ser no LICEU CAMÕES. 

 E a data de inauguração será posterior à anunciada.
Em breve mais notícias sobre isso.



 MAS MUITO IMPORTANTE E BONITO: O GESTO DO FIGURINISTA JUAN SOUTULLO… Além de oferecer um figurino de sua própria autoria, ofereceu mais um de Pinto de Campos e outros dois de Mário Alberto.











sábado, 15 de junho de 2013

LABIRINTOS A VISTA


PRÉVIO PEDIDO DE DESCULPAS PELO ATRASO: APENAS QUERÍAMOS CONFIRMAR ONDE SERÁ PATENTE A EXPOSIÇÃO PÚBLICA FÍSICA DAS OBRAS PARA A “OFERTA PÚBLICA DE DOACÇÕES” POR VIA DA AQUISIÇÃO DAS MESMAS: A DOGMA 12 POR VIA DA SOLIDARIEDADE DE ARTISTAS PLÁSTICO E OUTROS JÁ… QUE OFERECERAM DA SUA PRÓPRIA COLECÇÃO…



 É NO MUSEU NACIONAL DO TEATRO, ESTRADA DO LUMIAR, LISBOA DURANTE O HORÁRIO DE ABERTURA DO PRÓPRIO MUSEU. ENTRETANTO, NO DIA SEGUINTE À ABERTURA ONLINE, UMA PERFORMANCE ACOMPANHADA DE UM BALANÇO DO 1º ANO DE ACTIVIDADE DE DOGMA 12, DA EXPLICAÇÃO DO MECANISMO DA “OFERTA PÚBLICA DE DOAÇOES” E DE UM “TRAILER” AO VIVO RELATIVO À PRODUÇÃO QUE TAL SE DESTINA “HOTEL BILDERBERG”…

Para mais pormenores sobre o que “diz que é uma espécie de leilão” abra a janela superior a arte pela arte.




DIAS 01 E 08 DE JULHO
AUDIÇÕES PARA SELECÇÃO FINAL DE CANDIDATOS A ELENCO DE

LABIRINTOS A VISTA
NO MUSEU DO TEATRO

AS AUDIÇÕES SÃO PÚBLICAS E LIVRES MEDIANTE PRÉVIA INSCRIÇÃO
POR VIA DO E-MAIL dogma12.estudio@gmail.com
até ao próximo dia 25 de junho.
AOS INSCRITOS SERÃO INDICADAS  HORAS E PROTOCOLO A RESPEITAR.

PORQUE QUE A MEMÓRIA MUITAS VEZES É CURTA
E HOJE É MUITO DIFÍCIL DISTINGUIR QUEM É QUEM,
É BOM QUE SE REGISTEM ATITUDES QUE DEFINEM!




AINDA A PROPÓSITO DA VERGONHOSA ACTUAÇÃO DO JÚRI DA DGARTES QUE COLOCA EM PERIGO A CONTINUAÇÃO DO NOVOGRUPO/TEATRO ABERTO, TEM DE SE REVELAR “OS BOIS PELOS NOMES”: Além da “técnica” da própria dgartes dulce brito e do indigitado pela tutela JOÃO MARIA ANDRÉ (???), PESSOAS LIGADAS AO TEATRO PRESTARAM-SE AO PAPEL DE COLABORACIONISTAS DA DESTRUIÇÃO DO TECIDO PRODUTIVO TEATRAL PORTUGUÊS E DO XIX GOVERNO “CONSTITUCIONAL” DE PORTUGAL: O DA “TROIKA”.



ALEXANDRA MOREIRA DA SILVA
Iniciou a sua actividade teatral, como tradutora e, depois, dramaturgista, no Teatro do Noroeste, em Viana do Castelo. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, fez um Mestrado em Literaturas Modernas e Contemporâneas na Faculdade de Letras do Porto, onde lecciona o presente. É ou foi (mais provavelmente) colaboradora regular, no campo da tradução e da dramatologia do grupo “Artistas Unidos” e também com regularidade do grupo “Ensemble” (Porto)



JOÃO REIS
Estreou-se profissionalmente no início da década de 90 como actor numa peça no Teatro da Politécnica. Foi co-fundador do grupo “A Ópera Segundo São Mateus” a que se seguiu uma carreira de sucesso e capacidade demonstrada, tanto em teatro, como em cinema e em televisão, tendo colaborado regularmente no Teatro Nacional de São João, no Porto, tendo também pisado o palco do Teatro Nacional Dona Maria… E no próprio Teatro Aberto!



NB: Obviamente que esta informação é da única e inteira responsabilidade de DOGMA 12, que a assume na convicção de que os mais assim o fizeram. Todos somos responsáveis pelos nossos actos e devemos, numa actividade pública, torná-los públicos também e ter orgulho neles…